seu abraço e nosso laço, naquele mesmo compasso que eu já julquei alucinação...
seu perfume, tão normal e corriqueiro.
agora só vivo de imaginação...
o assovio,o código do chamado, que de tão usado já virou despertador...
o andar ritmado, os passos acertados, no caminho que já não mais tentamos fugir...
o ciúme certo, o olhar amargo, a piada certa pra distrair...
os bares novos, a bebida tradicional, o cigarro de lado, um beijo então, enfim...
um prédio novo, uma crise de choro, um corredor e uma
escada.
a gente gosta é assim!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Ai 2010, "metadinha" vaai....
Eu nunca saí dizendo que meu 2010 ia ser um recomeço, não queria e nem quero começar as coisas de novo...
Meu 2009 foi atualizado constantemente, o f5, de refresh, nunca deixou de ser pressionado durante os 12 meses mais interessantes da minha vida...
O ano, pra mim, não parou. A cada obstáculo, pausa ou problema “portas mágicas” e “janelas surpresa” se abriam na minha frente. Probleminhas que costumavam ficar na cabeça por semanas, quase sempre, se resolviam com um sorriso e um pouco mais de boa vontade.
Nunca trabalhei tanto pra mim mesma e pros outros na faculdade, fiz de graça e cobrei muitos trabalhos, deixei de dormir, chorei de madrugada, terminei projetos finais 10 minutos antes de serem entregues e salvei a pele de uns quatro além de mim.
Entreguei-me, deixei-me levar...
Ano passado eu me conheci um tanto bom, descobri que o rosto que até então, eu julgava de criança, só aparenta inocência com muito esforço. A cabeça que eu julgava imatura, arregaçou as mangas e evoluiu. Notei que o antigo charme juvenil de “menina moça” natural e inocente é friamente calculado agora, buscando misturar ingenuidade e dissimulação a cada sorriso, a cada jogada de cabelo, a cada olhar discreto sempre buscando um ou dois alvos.
Percebi que eu não tenho medo de entrar em um carro no meio da noite, ter a melhor companhia de toda a minha vida durante quatro horas e me arrepender profundamente de ter deixado ele ir embora. Olhar pro céu a cada noite de lua cheia e ver as cenas se repetindo na minha cabeça, sonhando que outro alguém descubra o telefone da minha casa e me procure de novo e de novo...
O amor que eu julgava acabado mostrou que a-m-o-r-e-s não acabam, apenas mudam de denominação. O sexo, que andava junto e agarrado ao amor, decidiu sair pra passear com a casualidade e nunca mais voltou pra casa. O carinho decidiu tomar as rédeas de muitas situações e se mostrou pra quem realmente importava.
Importava, era, foi.
Aprendi que abdicar de boas sensações e costumes fazem mais mal que bem e que lembrar de momentos incríveis não os trazem de volta, nem ligando, nem mandando mensagem e nem sendo uma seguidora maníaca com um twitter na mão e um MSN fake na outra.
O meu silêncio nunca foi tão presente, calando pra consentir ou não, ele esteve presente. Descobri que mentir por omissão é bem melhor que inventar histórias que custamos a lembrar depois.
Descobri que tratar de assuntos passados é um dos meus papos mais constantes.
Julgar as pessoas, definitivamente, é um hobby! Dividindo o veredito ou não, eu me divirto demais com as minhas inconclusivas conclusões sobre todos os desconhecidos. E me divirto mais ainda com as conclusões erradas sobre os conhecidos, que mostram uma nova façanha ou uma nova bobagem sempre que possível.
Eu tenho complexo de Deus, e acho que muita coisa, muita coisa mesmo, gira bem ao redor do meu umbigo.
A minha bunda também é virada pra lua e a minha estrela tem o estranho hábito de brilhar mais forte justo quando eu mais preciso. (AMÉM!)
Descobri que meu sorriso e minha simpatia podem me levar bem mais além do que eu pensava.
Percebi que todas as lágrimas valem pra alguma coisa, nem que seja pra hidratar a pele e fazer rir das próprias bobagens.
Descobri que querer alguém por perto é só um ponto de vista altamente mutável.
Percebi que em alguns (muitos) casos eu gosto de me envolver com as pessoas erradas, principalmente aquelas denominadas “amigos-do-meu-pegueti-atual”. rs
Descobri que sair totalmente sozinha além de ser ótimo para o charme calculado, é muito agradável.
Percebi que eu ando farta de amigos novos, ressuscitar os velhos é bem mais gostoso.
Entendi que eu sempre gosto da pessoa pelos primeiros dez minutos de conversa, que o tom de voz e o cheiro já são praticamente uma cancela de aprovação para meu amiguinho cérebro.
Comecei a usar toda a minha observação a meu favor, e de repente, comecei a entender de linguagem corporal...
Deixei velhos clichês e redomas de lado e me deixei levar, por paixões, por enganos e até por enganados.
Descobri o sujo prazer de usar alguém pra finalidades sentimentais.
Fortaleci o hábito de irritar quem eu já irrito só por andar por aí, sorrindo e sabendo de muita coisa que não devia...
Aumentei o refinamento das minhas ironias e comecei a ampliar o arsenal de ofensas.
Ressuscitei o antigo anseio de “jogar na cara” as coisas que eu sei que fazem doer.
Descobri que quando eu quero, eu arrumo as malas e vou. Uma, duas e só não a terceira, por que me foi negada.
Reforcei o vício por cotonetes e fios dentais!
Minha alergia amenizou, meu juízo também.
Minha perda de memória pós bebida se agravou e freqüentemente fico sabendo de coisas feitas pela minha alcoólica figura via MSN.
Achei, enfim, o baú onde guardo a minha segurança e tento, com sucesso, abri-lo todos os dias antes de sair de casa.
Gosto de manter algumas pessoas por debaixo de pronomes possessivos em primeira pessoa.
Meu nível de paciência com meus pais diminuiu, e eu, e eles, não gostamos.
Reafirmei que BH é um ovo e que o mundo é uma caixinha com dois!
Ando me libertando mais para novas coisas ou dando chances para antigas que já não interessavam tanto.
Aprendi que coração é apenas um músculo que bombeia sangue e de quem você, realmente, tem que cuidar, é da sua cabeça.
Contei pra todo mundo que eu odeio dormir e que forçar-me a ficar acordada é um dos meus passatempos favoritos.
Percebi que eu preciso pensar mais ainda sobre as coisas que eu fiz, que analisar cada situação inúmeras e inúmeras vezes é um dos baratos prazeres que fazem a minha vida ficar tão gostosa.
E finalmente, eu só quero que 2010 seja “metadinha” do que eu vivi em 2009.
OBS 1: post bom para ser lido escutando qualquer uma dos Strokes
OBS 2: pra constar, nesses 3 meses de 2010 eu já vivi boa parte do que eu gostaria pra todo o ano, logo, os restantes 9 meses p-r-o-m-e-t-e-m! ;)
Meu 2009 foi atualizado constantemente, o f5, de refresh, nunca deixou de ser pressionado durante os 12 meses mais interessantes da minha vida...
O ano, pra mim, não parou. A cada obstáculo, pausa ou problema “portas mágicas” e “janelas surpresa” se abriam na minha frente. Probleminhas que costumavam ficar na cabeça por semanas, quase sempre, se resolviam com um sorriso e um pouco mais de boa vontade.
Nunca trabalhei tanto pra mim mesma e pros outros na faculdade, fiz de graça e cobrei muitos trabalhos, deixei de dormir, chorei de madrugada, terminei projetos finais 10 minutos antes de serem entregues e salvei a pele de uns quatro além de mim.
Entreguei-me, deixei-me levar...
Ano passado eu me conheci um tanto bom, descobri que o rosto que até então, eu julgava de criança, só aparenta inocência com muito esforço. A cabeça que eu julgava imatura, arregaçou as mangas e evoluiu. Notei que o antigo charme juvenil de “menina moça” natural e inocente é friamente calculado agora, buscando misturar ingenuidade e dissimulação a cada sorriso, a cada jogada de cabelo, a cada olhar discreto sempre buscando um ou dois alvos.
Percebi que eu não tenho medo de entrar em um carro no meio da noite, ter a melhor companhia de toda a minha vida durante quatro horas e me arrepender profundamente de ter deixado ele ir embora. Olhar pro céu a cada noite de lua cheia e ver as cenas se repetindo na minha cabeça, sonhando que outro alguém descubra o telefone da minha casa e me procure de novo e de novo...
O amor que eu julgava acabado mostrou que a-m-o-r-e-s não acabam, apenas mudam de denominação. O sexo, que andava junto e agarrado ao amor, decidiu sair pra passear com a casualidade e nunca mais voltou pra casa. O carinho decidiu tomar as rédeas de muitas situações e se mostrou pra quem realmente importava.
Importava, era, foi.
Aprendi que abdicar de boas sensações e costumes fazem mais mal que bem e que lembrar de momentos incríveis não os trazem de volta, nem ligando, nem mandando mensagem e nem sendo uma seguidora maníaca com um twitter na mão e um MSN fake na outra.
O meu silêncio nunca foi tão presente, calando pra consentir ou não, ele esteve presente. Descobri que mentir por omissão é bem melhor que inventar histórias que custamos a lembrar depois.
Descobri que tratar de assuntos passados é um dos meus papos mais constantes.
Julgar as pessoas, definitivamente, é um hobby! Dividindo o veredito ou não, eu me divirto demais com as minhas inconclusivas conclusões sobre todos os desconhecidos. E me divirto mais ainda com as conclusões erradas sobre os conhecidos, que mostram uma nova façanha ou uma nova bobagem sempre que possível.
Eu tenho complexo de Deus, e acho que muita coisa, muita coisa mesmo, gira bem ao redor do meu umbigo.
A minha bunda também é virada pra lua e a minha estrela tem o estranho hábito de brilhar mais forte justo quando eu mais preciso. (AMÉM!)
Descobri que meu sorriso e minha simpatia podem me levar bem mais além do que eu pensava.
Percebi que todas as lágrimas valem pra alguma coisa, nem que seja pra hidratar a pele e fazer rir das próprias bobagens.
Descobri que querer alguém por perto é só um ponto de vista altamente mutável.
Percebi que em alguns (muitos) casos eu gosto de me envolver com as pessoas erradas, principalmente aquelas denominadas “amigos-do-meu-pegueti-atual”. rs
Descobri que sair totalmente sozinha além de ser ótimo para o charme calculado, é muito agradável.
Percebi que eu ando farta de amigos novos, ressuscitar os velhos é bem mais gostoso.
Entendi que eu sempre gosto da pessoa pelos primeiros dez minutos de conversa, que o tom de voz e o cheiro já são praticamente uma cancela de aprovação para meu amiguinho cérebro.
Comecei a usar toda a minha observação a meu favor, e de repente, comecei a entender de linguagem corporal...
Deixei velhos clichês e redomas de lado e me deixei levar, por paixões, por enganos e até por enganados.
Descobri o sujo prazer de usar alguém pra finalidades sentimentais.
Fortaleci o hábito de irritar quem eu já irrito só por andar por aí, sorrindo e sabendo de muita coisa que não devia...
Aumentei o refinamento das minhas ironias e comecei a ampliar o arsenal de ofensas.
Ressuscitei o antigo anseio de “jogar na cara” as coisas que eu sei que fazem doer.
Descobri que quando eu quero, eu arrumo as malas e vou. Uma, duas e só não a terceira, por que me foi negada.
Reforcei o vício por cotonetes e fios dentais!
Minha alergia amenizou, meu juízo também.
Minha perda de memória pós bebida se agravou e freqüentemente fico sabendo de coisas feitas pela minha alcoólica figura via MSN.
Achei, enfim, o baú onde guardo a minha segurança e tento, com sucesso, abri-lo todos os dias antes de sair de casa.
Gosto de manter algumas pessoas por debaixo de pronomes possessivos em primeira pessoa.
Meu nível de paciência com meus pais diminuiu, e eu, e eles, não gostamos.
Reafirmei que BH é um ovo e que o mundo é uma caixinha com dois!
Ando me libertando mais para novas coisas ou dando chances para antigas que já não interessavam tanto.
Aprendi que coração é apenas um músculo que bombeia sangue e de quem você, realmente, tem que cuidar, é da sua cabeça.
Contei pra todo mundo que eu odeio dormir e que forçar-me a ficar acordada é um dos meus passatempos favoritos.
Percebi que eu preciso pensar mais ainda sobre as coisas que eu fiz, que analisar cada situação inúmeras e inúmeras vezes é um dos baratos prazeres que fazem a minha vida ficar tão gostosa.
E finalmente, eu só quero que 2010 seja “metadinha” do que eu vivi em 2009.
OBS 1: post bom para ser lido escutando qualquer uma dos Strokes
OBS 2: pra constar, nesses 3 meses de 2010 eu já vivi boa parte do que eu gostaria pra todo o ano, logo, os restantes 9 meses p-r-o-m-e-t-e-m! ;)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Sobre chuva e deixar-se molhar
Há tempos eu não tomava um banho de chuva como hoje...daquelas chuvas "feias", que parece que o céu vai desabar de tanta água que caía...
Claro, no começo eu fiquei um tanto quanto receosa, meio emburrada pelo meu estado 97% molhada, mas tão logo cheguei aos 100% de "molhadez", cheguei também ao êxtase de lavar a alma, de deixar a vaidade de lado e me entregar às gotas que caíam...
De deixar de pensar em como eu gostaria de estar em casa e não esperando um ônibus demorado pra chegar até lá... deixei de pensar um pouco nos problemas, nos mil e um trabalhos que eu tenho que entregar, nas milhares de pendências que deixamos pender por falta de tempo e paciência...
por minutos, parei.
parei de pensar, de fazer, de viver.
entrei em um estado de entrega. um estado em que só a chuva me bastava...
cada pingo parecia ser sensível ao tocar minha pele, parecia que cada gota era como um remédio, ou senão, uma cura permanente para os desatinos do coração.
a cabeça já não funcionava racionalmente. tirei as sandálias e comecei a me divertir com o pé n'água.
Sorria, cantarolava, o frio e a ventania eram acompanhados pelo meu sorriso.
Naquele ínterim eu fui eu pra mim mesma, a maquiagem de certo borrara, o charme do vestido longo já havia se perdido e o cabelo de fato derretera...
mas a minha vaidade deixou espaço pra alma se mostrar, tão original e simples quanto é...
não precisava de nada, só do tempo. só de mim.
e os minutos transcorreram, lentos e simples.
iluminados por cada trovão no céu,
até que o ônibis chegou e a vida seguiu, os problemas voltaram, a vaidade também.
pedi pra que a viagem fosse o mais breve possível...e talvez pela distração, de fato foi.
do ponto em que desço até a minha casa é um quarteirão e nesse último contato com a chuva, o mais surpreendente da noite...
segurando a barra do vestido numa mão, as sandálias e a bolsa em outra, corri.
corri para casa,
corri para dentro de mim,
carregando na cara um largo sorriso,
de satisfação, de alegria,
de paz interior. um sorriso tão espontâneo que até mesmo eu,
se observasse a cena iria me admirar.
um sorriso que guardo para mostrar de novo... tão breve possível.
A chuva sempre caí,
a necessidade de se molhar, não.
Claro, no começo eu fiquei um tanto quanto receosa, meio emburrada pelo meu estado 97% molhada, mas tão logo cheguei aos 100% de "molhadez", cheguei também ao êxtase de lavar a alma, de deixar a vaidade de lado e me entregar às gotas que caíam...
De deixar de pensar em como eu gostaria de estar em casa e não esperando um ônibus demorado pra chegar até lá... deixei de pensar um pouco nos problemas, nos mil e um trabalhos que eu tenho que entregar, nas milhares de pendências que deixamos pender por falta de tempo e paciência...
por minutos, parei.
parei de pensar, de fazer, de viver.
entrei em um estado de entrega. um estado em que só a chuva me bastava...
cada pingo parecia ser sensível ao tocar minha pele, parecia que cada gota era como um remédio, ou senão, uma cura permanente para os desatinos do coração.
a cabeça já não funcionava racionalmente. tirei as sandálias e comecei a me divertir com o pé n'água.
Sorria, cantarolava, o frio e a ventania eram acompanhados pelo meu sorriso.
Naquele ínterim eu fui eu pra mim mesma, a maquiagem de certo borrara, o charme do vestido longo já havia se perdido e o cabelo de fato derretera...
mas a minha vaidade deixou espaço pra alma se mostrar, tão original e simples quanto é...
não precisava de nada, só do tempo. só de mim.
e os minutos transcorreram, lentos e simples.
iluminados por cada trovão no céu,
até que o ônibis chegou e a vida seguiu, os problemas voltaram, a vaidade também.
pedi pra que a viagem fosse o mais breve possível...e talvez pela distração, de fato foi.
do ponto em que desço até a minha casa é um quarteirão e nesse último contato com a chuva, o mais surpreendente da noite...
segurando a barra do vestido numa mão, as sandálias e a bolsa em outra, corri.
corri para casa,
corri para dentro de mim,
carregando na cara um largo sorriso,
de satisfação, de alegria,
de paz interior. um sorriso tão espontâneo que até mesmo eu,
se observasse a cena iria me admirar.
um sorriso que guardo para mostrar de novo... tão breve possível.
A chuva sempre caí,
a necessidade de se molhar, não.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
preconceito contra as segundas
Alguém aí já reparou no, natural, preconceito que a gente tem para com as coisas ditas "segundas"?
Se um time de futebol cai para segunda divisão é aquele choramingar tradicional, se ele lá permanece - o que é pior que cair- é execrado pelos comentaristas e especialistas no assunto além de ser taxado de timeco de peladeiros e por aí vai...
E as coisas de segunda mão? Parecem estar beeem abaixo da linha dos "semi-novos", dos "usados", quando na verdade são todos farinha do mesmo saco.
As segundas opções já têm uma moral um pouco maior por tamanha utilidade e costume, mas como nos formulários de vestibular ou quando um questionário te pergunta qual a segunda opção vc mal dá atenção... afinal ela é só " em último caso mesmo"...
Eu preciso citar as segunda- feiras? O diazinho malfalado esse. Não há um que diga,” nosssa que bela segunda”,” que dia bom pra agitar a poeira e botar pra quebrar”. A coitada é sempre a mal falada entre os dias da semana, é sempre a que a gente mais torce pra passar rápido e se possível, nunca mais se repetir.
Mas vejamos por outro lado, que graça teria o sábado se não tivéssemos os outros dias da semana pra esperá-lo? Se não tivéssemos principalmente a segunda-feira, aquele dia de preguiça e nostalgia recente do fim de semana.
Qual seria a beleza do Brasileirão se não fosse os times da segundona aloprando e se matando pra tentar um lugar no topo da tabela, quiçá, entrar pra Primeira Divisão.
Que graça teria comprar um carro zero se vc nunca tivesse dirigido um que já foi do vizinho?
hAHAHA
E não esqueçamos, nada é tão ruimq que não possa piorar...
Se um time de futebol cai para segunda divisão é aquele choramingar tradicional, se ele lá permanece - o que é pior que cair- é execrado pelos comentaristas e especialistas no assunto além de ser taxado de timeco de peladeiros e por aí vai...
E as coisas de segunda mão? Parecem estar beeem abaixo da linha dos "semi-novos", dos "usados", quando na verdade são todos farinha do mesmo saco.
As segundas opções já têm uma moral um pouco maior por tamanha utilidade e costume, mas como nos formulários de vestibular ou quando um questionário te pergunta qual a segunda opção vc mal dá atenção... afinal ela é só " em último caso mesmo"...
Eu preciso citar as segunda- feiras? O diazinho malfalado esse. Não há um que diga,” nosssa que bela segunda”,” que dia bom pra agitar a poeira e botar pra quebrar”. A coitada é sempre a mal falada entre os dias da semana, é sempre a que a gente mais torce pra passar rápido e se possível, nunca mais se repetir.
Mas vejamos por outro lado, que graça teria o sábado se não tivéssemos os outros dias da semana pra esperá-lo? Se não tivéssemos principalmente a segunda-feira, aquele dia de preguiça e nostalgia recente do fim de semana.
Qual seria a beleza do Brasileirão se não fosse os times da segundona aloprando e se matando pra tentar um lugar no topo da tabela, quiçá, entrar pra Primeira Divisão.
Que graça teria comprar um carro zero se vc nunca tivesse dirigido um que já foi do vizinho?
hAHAHA
E não esqueçamos, nada é tão ruimq que não possa piorar...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Sorri, sou rei
É impossível que só eu me sinta tão envolvida, olha a introdução dessa música, que isso, muuuuuiiiittoo bom...
Daquelas que vc fecha os olhos e sente.
Quando a esperança de uma noite de amor
Lhe trouxer vontade para viver mais
E a promessa que a chance terminou
É bobagem é melhor deixar pra trás
Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar, sentir calor
E poder só olhar o universo em torno de você
Brilhando em vida, sorrindo à toa
Só vibrando amor e paz
Sinto a noite, penso em você
Lembro como é bom amar
Quando você se foi
Chorei, chorei, chorei
Agora que voltou
Sorri, sorri, sou rei
...
Diga que me adora
Deixe o orgulho e venha, porque já
Está na hora, da gente se encontrar e sermos um
Mas não demora, que é pra chama não desencantar
Se esvair no ar, e só restar lembrança
Daquelas que vc fecha os olhos e sente.
Quando a esperança de uma noite de amor
Lhe trouxer vontade para viver mais
E a promessa que a chance terminou
É bobagem é melhor deixar pra trás
Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar, sentir calor
E poder só olhar o universo em torno de você
Brilhando em vida, sorrindo à toa
Só vibrando amor e paz
Sinto a noite, penso em você
Lembro como é bom amar
Quando você se foi
Chorei, chorei, chorei
Agora que voltou
Sorri, sorri, sou rei
...
Diga que me adora
Deixe o orgulho e venha, porque já
Está na hora, da gente se encontrar e sermos um
Mas não demora, que é pra chama não desencantar
Se esvair no ar, e só restar lembrança
Desânimo
Impressionante como estou sem vontade de postar aqui,
as idéias as quais prometi no último post, continuam efervescendo na minha cabeça mas não tenho vontade alguma de passá-las para o papel, ou melhor, pro blog.
Não sei se eu estou esperando uma inspiração maior, ou uma consistência argumentativa bacana pra sustentar minhas opiniões já que o post que não sai da minha cabeça é o taaal da manipulação midiática...
Todo dia eu abro o meu blog aqui, faço login e na hora de começar a escrever desanimo muito...
Bom, espero que nesse fim de semana eu tome fôlego e passe pra cá tudo que eu ando matutanto...
Volto em breve e dessa vez, não prometo nada, já que nunca as cumpro.
Follow me!
as idéias as quais prometi no último post, continuam efervescendo na minha cabeça mas não tenho vontade alguma de passá-las para o papel, ou melhor, pro blog.
Não sei se eu estou esperando uma inspiração maior, ou uma consistência argumentativa bacana pra sustentar minhas opiniões já que o post que não sai da minha cabeça é o taaal da manipulação midiática...
Todo dia eu abro o meu blog aqui, faço login e na hora de começar a escrever desanimo muito...
Bom, espero que nesse fim de semana eu tome fôlego e passe pra cá tudo que eu ando matutanto...
Volto em breve e dessa vez, não prometo nada, já que nunca as cumpro.
Follow me!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
PROMESSA!
Nossa,
estou com 3 posts escritos até a metade e de ótima qualidade aqui, mas ainda não tive tempo de terminá-los. ( O Comunica tomou minha atenção toda desde quarta!)
O primeiro deles, já adianto, vai tratar da manipulação da mídia e como o que leitor se coloca em qual ponto de vista for mais conveniente pra si e para o contexto que ele vive.
o segundo, vai enumerar os prós e contras(?) da 1ªComunica MG e dar um teaser das palestras que eu assisti.
e o terceiro...
eu vou deixar um suspense no ar!
hahaha
Amanhã eu posto sem falta!
estou com 3 posts escritos até a metade e de ótima qualidade aqui, mas ainda não tive tempo de terminá-los. ( O Comunica tomou minha atenção toda desde quarta!)
O primeiro deles, já adianto, vai tratar da manipulação da mídia e como o que leitor se coloca em qual ponto de vista for mais conveniente pra si e para o contexto que ele vive.
o segundo, vai enumerar os prós e contras(?) da 1ªComunica MG e dar um teaser das palestras que eu assisti.
e o terceiro...
eu vou deixar um suspense no ar!
hahaha
Amanhã eu posto sem falta!
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